Rua Da Sociedade Protectora Dos Animais

Desde a sua FUNDAÇÃO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1875 pelo Conselheiro José Silvestre Ribeiro, a Sociedade Protectora dos Animais, não cessou de lutar por uma ética animal.A criação da Sociedade Protectora dos Animais veio colmatar uma lacuna existente. Por todo o mundo civilizado se constituiam sociedades protectoras dos animais, menos em Portugal. Lisboa caracterizava-se na altura por ser a cidade europeia em que o estalido do chicote em cima dos animais utilizados no transporte mais se fazia sentir.A criação da Sociedade Protectora dos Animais veio colmatar uma lacuna existente. Por todo o mundo civilizado se constituiam sociedades protectoras dos animais, menos em Portugal. Lisboa caracterizava-se na altura por ser a cidade europeia em que o estalido do chicote em cima dos animais utilizados no transporte mais se fazia sentir.O museu de instrumentos de tortura de animais, inaugurado em 1911 na Rua de S. Paulo, 55 - 2º, visitado por alunos das escolas, tinha centenas de instrumentos de tortura apreendidos, como freios partidos e amarrados com arame, que feriam a boca aos animais, serrilhas, cacetes, paus agudos, aguilhadas, varapaus com choupa de aço, braçadeiras de metal com tachas de ferro, chicote com trança cheia de nós, açaimos de ferro com bicos, etc., etc.Entre os finais de 1875 e os princípios de 1876 inscreveram-se 1007 sócios, dos quais figuras ilustres da sociedade portuguesa, como Luis de Almeida e Albuquerque, o Conde de Penamacor, o General Silva Heitor, o Visconde de Castilho, o Conde de Geraz do Lima, os Conselheiros Sebastião José da Costa e Jorge César Figanière, José Torlades O Neil e em breve juntaram-se aos sócios a Duquesa de Palmela, o Almirante Carlos Testa, Costa Goodolfim, Cândido de Figueiredo. ( In - /www.sp-animais.pt/pt/spa_historico.htm - Arquivo da Toponímia )